quarta-feira, 19 de setembro de 2018
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Rita Lee, curte netinho em seu sítio em São Paulo
Rita Lee com o neto, Arthur, no colo Foto: reprodução/ instagram
É, mais do que nunca, a Vovó do Rock! Rita Lee, aposentada dos palcos aos 70 anos, aparece curtindo o netinho, Arthur, numa foto postada pelo marido da cantora, o músico Roberto de Carvalho. O menino de 10 meses é filho de Antonio Lee, caçula de Rita e Roberto.
Desde que decidiu se aposentar dos palcos, em 2012, Rita Lee tem levado uma vida tranquila com a família em sua casa, em São Paulo, e tem tido mais tempo de paparicar o neto. Ela também é avó de uma menina, Izabella, já com 13 anos. São cada vez mais raras suas aparições públicas.
Rita Lee e Roberto de Carvalho alimentam macacos no sítio do casal Foto: reprodução/ instagramsegunda-feira, 17 de setembro de 2018
Fernando Haddad disse que, se eleito, manterá as visitas a Lula na prisão

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (17) que, se eleito, manterá a rotina de visitas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, no Paraná. Afirmou ainda que Lula é seu “grande conselheiro”.
Haddad participou de uma sabatina organizada pelo jornal “Folha de S.Paulo”, pelo portal UOL e pelo SBT. Ele foi questionado se, caso vença a eleição, continuará fazendo visitas a Lula. Ele confirmou a intenção. “Com certeza”, respondeu o candidato. “O presidente Lula é meu interlocutor permanente”, afirmou o candidato.
Depois da entrevista, à tarde, Haddad visitou Lula na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde o ex-presidente está preso desde abril depois de ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal a 12 anos e 1 mês de prisão em razão do caso do triplex em Guarujá.
Inicialmente, Lula era o candidato do PT à Presidência, mas teve a candidatura rejeitada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com base na Lei da Ficha Limpa. Na semana passada, o partido escolheu Haddad para substituí-lo.
Mesmo antes de ser confirmado como o candidato petista, Fernando Haddad já vinha fazendo visitas regulares a Lula. Ele foi designado como advogado do ex-presidente, para poder ter direito a mais encontros com o ex-presidente.
Na sabatina, Haddad disse também que, em um eventual governo, Lula terá um papel de destaque no aconselhamento, pela sua experiência no governo.
“Eu considero ele um grande conselheiro. Uma pessoa que vai ter papel destacado no aconselhamento, vai falar da sua experiência, falar do que ele aprendeu no governo. Isso é natural numa democracia, ele vai se ser ouvido”, disse Haddad.
Punição para delator mentiroso
Haddad foi questionado se, caso eleito, controlaria a operação Lava-Jato. “Não, pelo contrário”, respondeu.
Em seguida, ele disse que quer conversar com o Judiciário e o Ministério Público para buscar melhorias na lei, para punir com mais rigor delatores mentirosos.
“Pretendo aperfeiçoar uma parte da legislação que parece precisar de aperfeiçoamento: o delator mentiroso. O que fazer com o delator mentiroso contumaz. Alguns já estão gozando de liberdade. O que fazer nesses casos? Vamos procurar o Ministério Público e o Judiciário para discutir regras para punição ao delator mentiroso”, afirmou o candidato.
Haddad disse que vai rever também a legislação referente a corruptores.
“A legislação é muito frágil para o corruptor. Ele alega que foi obrigado a pagar propina, quando, na verdade, eles organizam os carteis. Nossa legislação é muito frouxa com o corruptor. E geralmente ele é o delator mentiroso. Há uma coincidência. O corruptor, regra geral, é o que mais mentiu”, argumentou Haddad.

domingo, 16 de setembro de 2018
O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (14) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.820 eleitores entre quinta (13) e sexta-feira (14).
Padres da Igreja Católica abusaram sexualmente de milhares de crianças durante um período de 70 anos, afirmou a revista Der Spiegel na última quarta-feira (12), citando um estudo ordenado pela conferência episcopal alemã.

O estudo, conduzido por três universidades alemãs, concluiu que 1.670 religiosos e padres abusaram de 3.677 menores, com idade não superior a 13 anos e a maioria do sexo masculino, entre os anos 1946 e 2014. Nesta quarta, o papa Francisco convocou os secretários-gerais das conferências episcopais do mundo todo para uma reunião extraordinária na qual será discutida a proteção a menores contra abusos sexuais. O encontro ocorrerá em fevereiro.
Mais de 38 mil arquivos de 27 dioceses ao redor da Alemanha foram examinados como parte da investigação. Um em cada seis casos envolveu alguma forma de estupro e três quartos das vítimas sofreram abusos dentro de uma igreja ou no âmbito de uma relação pastoral com o acusado.
Em muitos casos, as evidências foram destruídas ou manipuladas, a gravidade dos casos foram “minimizados” e os religiosos acusados transferidos de paróquia sem que a nova localidade fosse alertada sobre eles.
O estudo aponta ainda que 4% dos acusados ainda trabalham e que apenas um terço deles sofreram algum tipo de sanção por parte da igreja. O documento sugere ainda que a igreja examine a obrigação do celibato e a ordenação de homens gays como “fatores de risco”.
Renúncia
O arcebispo que provocou uma crise na Igreja Católica ao pedir a renúncia do papa Francisco negou ser motivado por vingança e declarou que tentou mostrar que a corrupção chega ao topo da hierarquia da instituição. O Vaticano não quis comentar as novas acusações de Carlo Maria Viganò.
No dia 26 de agosto, o antigo núncio apostólico em Washington (posto equivalente ao de embaixador do Vaticano) divulgou um comunicado em que afirma que o papa sabia há anos sobre a má conduta sexual do norte-americano Theodore McCarrick, ex-cardeal e ex-arcebispo de Washington. Segundo Viganò, o pontífice não fez nada a respeito.
“Nunca nutri sentimentos de vingança ou rancor em todos estes anos. Eu me manifestei porque a corrupção alcançou os níveis mais altos da hierarquia da Igreja”, declarou o arcebispo ao jornalista italiano Aldo Maria Valli.
Viganò, de 77 anos, vem se comunicando com a imprensa através do jornalista da televisão italiana a que ele consultou várias vezes antes de divulgar o polêmico comunicado no dia 26 de agosto, quando o papa estava em visita à Irlanda.
Após a divulgação do documento, a mídia italiana noticiou que ele se aborreceu por nunca ter sido promovido a cardeal pelo ex-pontífice Bento 16 ou porque Francisco impediu seu avanço na Igreja. No voo de volta da Irlanda a Roma, o pontífice não comentou as declarações de Viganò. Ele afirmou apenas que os jornalistas deviam ler o comunicado cuidadosamente e decidir por si mesmos sobre sua credibilidade.


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